Pastor Silas Malafaia: A Verdade Sobre o 2º Turno das Eleições 2010

Padre Paulo Ricardo – Em defesa da Vida

Dilma, PT e Aborto: falar a verdade virou baixaria? Ou ainda: Elio Gaspari em apuros (via Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo :::)

Dilma, PT e Aborto: falar a verdade virou baixaria? Ou ainda: Elio Gaspari em apuros Nesse fim de eleição, uma onda petista começou a atribuir a boatos a associação entre a candidata Dilma Roussef e o aborto. Um exemplo direto: podemos ver claramente no texto a seguir, escrito por Elio Gaspari na Folha de São Paulo: “A FALTA DE RUTH Se Ruth Cardoso estivesse viva, a charanga do tucanato não teria tomado o caminho da baixaria que atribuiu a Dilma Rousseff a defesa da legalização do aborto. Ela nunca se associou a esse tipo de táti … Read More

via Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo :::

Técnica de “debate” neo-ateísta: “Qual deus?”

: : : Via Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo : : :

Nessa técnica, ao apresentarmos argumentos a favor da existência de Deus ou discutirmos alguma aspecto de sua característica filosoficamente, o neo-ateu tenta barrar a discussão com um “Mas de qual Deus você está falando?”. Às vezes vem com a bizarra pergunta “Qual Cristo?”,  seguida de alguma constatação feita em cima do mais bizarro ainda documentário Zeitgeist.

Normalmente ocorre mais ou menos assim:

  • NEO-ATEU: Não existem argumentos para a existência de Deus. Se existir, me prove.
  • REFUTADOR: Claro que existem. Por exemplo, o argumento da causa primária, o argumento Cosmológico Kalam, o argumento fine-tuning, o argumento moral e muito mais.
  • NEO-ATEU: Ok, ok. Está certo. Mas de qual Deus você está falando? Krishna, Zeus, Thor, Isis ou Alá? hehehe

Temos que investigar essa técnica. Vamos utilizar o mesmo método de pesquisa que usava Aristóteles, que é o de análise da linguagem (como o neo-ateísmo é um movimento de base epicurista – ver aqui – que é o oposto do aristotelismo e do cristianismo, pois esses são voltados à busca da VERDADE, pode ser que ele não goste, já pela filosofia de Epicuro o mais coerente é decidir nossas crenças pelo EFEITO PSICOLÓGICO produzido pela escolha).

Para desmascarar a confusão, precisamos descobrir os sentidos dos termos:

  • (1) Deus (com inicial maiúscula):
  • (2) divindade;

A palavra “Deus”, grafada com inicial maiúscula, que indica nome próprio, refere-se a uma divindade com padrão específico, que é ser “infinito” e existir além do espaço-tempo. Já a palavra “divindade” que tem o mesmo sentido de “deus” (com minúsculo), refere-se a qualquer ser que tenha natureza divina, incluindo-se aí seres menores e finitos como Thor, Zeus, etc.

Embora Isis ou Osiris sejam divindades, não tem o mesmo padrão do que chamamos de “Deus”. Quando apresentamos argumentos filosóficos a favor de “Deus”, estamos a falar de um padrão ESPECÍFICO desse ser “infinito” e externo à matéria, não de qualquer divindade “random”.

Em resumo: embora “Deus” seja, normalmente, definido como uma divindade, nem toda divindade é “Deus”. É um truque bobinho e facilmente desmascarável.

Já para Alá, não há diferença alguma. “Alá” ou “Allah” é somente a palavra usado por árabes para se referir à Deus. Perguntar se é “Deus” ou “Allah” é tão lógico quanto perguntar se estamos apresentando argumentos para “God” ou “Dios”.

Talvez ele tente ainda “Mas a Bíblia e o Alcorão discordam sobre algumas ações de Deus”.

Essa é a técnica de Inversão de Planos (filosófico e teológico).

Quando estamos falando de argumentos filosóficos, estamos falando de características OBJETIVAS sobre esse ser. A discordância entre judeus, cristãos, muçulmanos e deístas se dá apenas no plano teológico, referentes apenas à aspectos subjetivos sobre a revelação, que devem ser analisados em um plano diferente do qual foi feita a apresentação dos argumentos para existência de Deus (ex. deístas acreditam que Deus nunca se relacionou com os humanos, muçulmanos acham que Maomé é o profeta, etc.). O ponto é que essa discordância sobre revelação não altera o objeto discutido. O fato de duas filhas divergirem sobre qual o emprego do pai, por exemplo, não faz elas estarem se referindo a duas pessoas diferentes, não é mesmo?

A refutação pode ir assim:

  • NEO-ATEU: Não existem argumentos para a existência de Deus. Se existir, me prove.
  • REFUTADOR: Claro que existem. Por exemplo, o argumento da causa primária, o argumento Cosmológico Kalam, o argumento fine-tuning, o argumento moral e muito mais.
  • NEO-ATEU: Ok, ok. Está certo. Mas de qual Deus você está falando? Krishna, Zeus, Thor, Isis ou Alá? hehehe
  • REFUTADOR: A palavra “Deus” refere-se a um padrão específico de um ser que, por definição, existe além da realidade. Thor, Zeus e Isis são divindades menores que não encaixam no padrão sugerido dos argumentos. Já “Alá” é a palavra usada pelos arabes para se referir ao que chamamos de “Deus”. Filosoficamente, não há diferença alguma no que estamos falando. Arranje algo melhor.

Conclusão

Técnica facilmente refutável. Basta lembrar que “Deus” é um nome próprio que se refere a uma divindade específica com um padrão específico – chamada pelos islâmicos de “Allah” – que não se encaixa nos deuses menores politeístas.
(*) Esse texto será revisado.

Metafísica: “O que é Deus?”

O que é Deus? Considerações sobre os atributos divinos no tratado Da Consideração (1149-1152),

de São Bernardo de Claraval

Resumo: Esse trabalho analisa o tema metafísico dos atributos divinos expostos por São Bernardo de Claraval (1090-1153) em sua obra De consideratione (Da consideração, 1149-1152), tratado escrito para o papa Eugênio III (1145-1153) a seu pedido. Em suas próprias palavras, a consideração das “realidades sublimes” nada mais é que, socraticamente (ou, em termos medievais, misticamente), contemplar-se a si mesmo, sem necessidade dos sentidos corporais. É o grau mais perfeito da contemplação: não necessitar de ninguém, pois o ascendente basta por si mesmo. Assim, chegar ao cume da realidade metafísica é praticar o socratismo cristão do “conhece-te a ti mesmo” do qual Bernardo é o representante medieval mais conhecido, e considerar os atributos do summum bonum per se. Este trabalho, portanto, discorrerá sobre as definições bernardianas do que é Deus (e suas possíveis influências neoplatônicas e clássicas).

Leia o trabalho de 11 páginas CLICANDO AQUI.

O papa de Hitler? Ou ainda: o falso ceticismo dos céticos haters

:: Via Ecclesia Una ::

“De um modo nunca antes conhecido, http://ternuvieira.files.wordpress.com/2009/02/pio-xii-grande.jpg?w=205&h=273

o Papa repudiou o Nazismo.

É verdade que o Papa não fez referência

nominal ao Nacional Socialismo alemão,

mas seu discurso é um longo ataque

a tudo que nós apoiamos e acreditamos,

além disso, ele se posicionou em favor dos judeus.”

(Relatório da Gestapo. “Judging Pope Pius XII

in ‘Inside the Vatican’”, 1997. p. 12;)


Pio XII é protagonista de uma controvérsia que vem ganhando cada vez ênfase nos últimos anos: é a atuação da Igreja no combate ao regime nazista. De um modo geral, podemos dizer claramente que a Igreja, de fato, não foi de modo algum conivente – e nem omissa – com os crimes cometidos por Hitler e seus comparsas. Prova disso é a encíclica escrita por Pio XI – com a ajuda do até então Cardeal Eugenio Pacelli -, a Mit Brennender Sorge, onde fica evidente a condenação à filiação ao socialismo nacional alemão. Pio XII, ao contrário do que dizem muitos anti-clericais, criticou sim o nazismo, mas não de modo explícito como queriam muitos, afinal, uma condenação mais pública ao nazismo significaria a morte de mais judeus, conforme defendem alguns historiadores. E a Igreja – diga-se de passagem – não queria apenas mostrar aos seus fiéis o quão terrível e abominável era o regime nazista que se implantava na Alemanha; queria também Ela salvar vidas.

E foi isso o que aconteceu, segundo relatam vários diplomatas e historiadores judeus. A Igreja ajudou muitos judeus a escaparem dos campos de concentração nazistas e essa realidade vem sendo cada vez mais evidenciada. No entanto, para aqueles que não estão em busca da verdade, mas sim de uma tendência que esteja contra a religião, e nesse caso especial, a Igreja, não há argumento plausível para lhes mostrar que estão – pelo menos em alguns pontos – equivocados. A ignorância não os deixa enxergar. Querem, de todas as maneiras, prosseguir com suas idéias, nem sempre bem fundamentadas, para tentar destruir a religião e tudo aquilo que apresenta a fé como uma realidade boa… Enfim, não estão em busca da verdade – que, para muitos, inclusive, não pode ser alcançada, afinal, a verdade seria relativa -, mas da mentira.

Educação para a morte

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Education for Death (em português: Educação para a morte) é um curta-metragem de animação produzido pelos Estúdios Disney e originalmente lançado em 15 de janeiro de 1943 pela RKO Pictures nos cinemas estado-unidenses. Foi dirigido pelo ítalo-americano Clyde Geronimi e é baseado no livro Education for Death: The Making of the Nazi (Educação para a morte: a construção dos nazistas) de Gregor Ziemer (ISBN 0-374-98905-2). A capa do livro aparece no início do curta.”

O curta-metragem acompanha a história de Hans, um garoto alemão, desde seu nascimento. É mostrado como Hans é influenciado na escola a pensar de acordo com a doutrina nazista. O filme possui diálogos em alemão, mas os fatos mais importantes são narrados em inglês.

No início do filme, os pais de Hans estão diante um oficial nazista para garantir-lhe uma certidão de nascimento. O narrador explica que os pais de Hans são obrigados a mostrar certidões de seus ancestrais a fim de provar que pertencem à raça ariana. Logo em seguida, diz que o casal quer que seu filho se chame Hans; o que é aceitável, pois “Hans” não faz parte da lista de nomes proibidos pelo governo – ou seja, os de origem judaica. Também explica que o casal tem direito a ter mais onze filhos além de Hans, e conclui que é por causa do exército ariano que o chanceler Adolf Hitler anseia formar. Por seus serviços prestados ao III Reich (gerarem uma criança ariana), os pais de Hans recebem de presente uma cópia de Mein Kampf, best-seller da Alemanha no momento.

Hans vai para a escola e lá aprende o conto da Bela Adormecida. No entanto, a versão que Hans aprende mostra a “democracia” como sendo a bruxa e a “Alemanha” como sendo a bela. Hitler é o príncipe que salva a Bela das garras da bruxa. Subitamente, Hans adoece e um oficial nazista vai até a casa de seus pais lembrar-lhes que pessoas doentes não são vistas com bons olhos pelo Estado nazista e que, caso Hans não melhore, será levado a um campo de concentração. No entanto, Hans se recupera e volta à escola. Lá, aprende o conceito darwinista de seleção natural das espécies de forma manipulada; os povos denominados pelo professor de mais fracos merecem ser eliminados.

Hans se junta à juventude Hitlerista e participa da queima de livros cheio de orgulho. Em uma sequência de cenas carregadas de significação, a Bíblia Sagrada se transforma no Mein Kampf, o crucifixo numa espada cortada pela suástica e o vitral de uma igreja é brutalmente quebrado. A cena, assim como aquela da queima de livros, pode ser interpretada como a perda de valores morais tanto por parte da Alemanha quanto por parte de Hans. No final do filme, é mostrado como a vida de Hans daquele momento para frente se resumiu em marchar e saudar Hitler. Hans e seus companheiros de arma marcham e saudam desde a adolescência até se transformarem em túmulos de cemitério. E o narrador conclui que a educação dada na Alemanha nazista é a “educação para a morte”.