Refutando ateístas: “E se você chutou no deus errado?”

::: Via Filosofia e Apologética :::

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Uma proposição ateísta muito popular é que o Deus adorado pelos cristãos pode não ser o Deus verdadeiro. É plausível que exista um Deus totalmente diferente do cristão e que os cristãos sejam rebeldes. Será que esta teoria está correta?

Em primeiro lugar, o argumento Kalam demonstra que o nosso universo de espaço-tempo teve um princípio, de maneira que a força geradora tem de estar além de suas limitações, do contrário ela também seria parte do universo e o problema se prolongaria ad infinitum.

Isso significa que a força criadora não é limitada nem por tempo e nem por espaço. Por outro lado, os deuses politeístas se limitam reciprocamente no tempo e no espaço; cada um está presente em um lugar onde o outro não está e todos estão sujeitos à sucessão do Tempo. Logo o politeísmo e seus deuses são eliminados.

Em segundo lugar, o ceticismo panteísta contradiz a si próprio. A afirmação de que não é possível conhecer a realidade em si é uma afirmação que requer conhecimento absoluto sobre a realidade. De fato, afirmar que não é possível conhecer a realidade requer conhecimento suficiente da realidade em si para saber disso. Por outro lado, afirmar apenas que não se conhece a realidade torna possível conhecê-la.

Partindo da inteligibilidade da realidade, o argumento Kalam afirma que para criar algo é necessário o poder de escolha que o mude da condição de inexistência para a condição de existência, pois caso não houvesse o poder de escolha o estado vigente seria eterno. Isso significa que um universo temporal, que passou de um estado para outro estado, é contrário ao universo impessoal do panteísmo. Portanto o panteísmo e o seu deus impessoal está eliminado.

Em terceiro lugar, há somente duas razões para criar: Insuficiência ou superabundância, carência ou benevolência. Sabemos que o Deus único do monoteísmo é auto-existente e não tem necessidade de coisa alguma. Contudo, o Deus unipessoal só poderia ter criado o homem por carência de uma relação pessoal.

O Deus trinitário, por outro lado, teria criado o universo para compartilhar de sua riqueza inter-pessoal. Por isso se conclui que o Deus monoteísmo unipessoal está eliminado. Então porque há três pessoas? Por causa da essência tri-una do amor, na qual há três elementos: O amante, o amado, e o amor entre eles.

O que diremos? O que restou? Sim, restou somente o Deus monoteísta multipessoal. Logo os cristãos podem afirmar que seu Deus é o correto.

    • Pedro
    • 22 de Setembro, 2010

    caraca. nada a ver.

    • É o melhor que pode falar…? “Nada a ver!”

      Refutação que é bom…

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