O papa de Hitler? Ou ainda: o falso ceticismo dos céticos haters

:: Via Ecclesia Una ::

“De um modo nunca antes conhecido, http://ternuvieira.files.wordpress.com/2009/02/pio-xii-grande.jpg?w=205&h=273

o Papa repudiou o Nazismo.

É verdade que o Papa não fez referência

nominal ao Nacional Socialismo alemão,

mas seu discurso é um longo ataque

a tudo que nós apoiamos e acreditamos,

além disso, ele se posicionou em favor dos judeus.”

(Relatório da Gestapo. “Judging Pope Pius XII

in ‘Inside the Vatican’”, 1997. p. 12;)


Pio XII é protagonista de uma controvérsia que vem ganhando cada vez ênfase nos últimos anos: é a atuação da Igreja no combate ao regime nazista. De um modo geral, podemos dizer claramente que a Igreja, de fato, não foi de modo algum conivente – e nem omissa – com os crimes cometidos por Hitler e seus comparsas. Prova disso é a encíclica escrita por Pio XI – com a ajuda do até então Cardeal Eugenio Pacelli -, a Mit Brennender Sorge, onde fica evidente a condenação à filiação ao socialismo nacional alemão. Pio XII, ao contrário do que dizem muitos anti-clericais, criticou sim o nazismo, mas não de modo explícito como queriam muitos, afinal, uma condenação mais pública ao nazismo significaria a morte de mais judeus, conforme defendem alguns historiadores. E a Igreja – diga-se de passagem – não queria apenas mostrar aos seus fiéis o quão terrível e abominável era o regime nazista que se implantava na Alemanha; queria também Ela salvar vidas.

E foi isso o que aconteceu, segundo relatam vários diplomatas e historiadores judeus. A Igreja ajudou muitos judeus a escaparem dos campos de concentração nazistas e essa realidade vem sendo cada vez mais evidenciada. No entanto, para aqueles que não estão em busca da verdade, mas sim de uma tendência que esteja contra a religião, e nesse caso especial, a Igreja, não há argumento plausível para lhes mostrar que estão – pelo menos em alguns pontos – equivocados. A ignorância não os deixa enxergar. Querem, de todas as maneiras, prosseguir com suas idéias, nem sempre bem fundamentadas, para tentar destruir a religião e tudo aquilo que apresenta a fé como uma realidade boa… Enfim, não estão em busca da verdade – que, para muitos, inclusive, não pode ser alcançada, afinal, a verdade seria relativa -, mas da mentira.

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